Afinal, compras né?
Compras
Vamos a uma breve explicação. Quem viaja, faz compras. É inevitável. O ponto é comprar dois tipos de produtos: o que você só acha no local e o que você até acha no Brasil, mas por valores insanos. Pelo menos foi o que tentamos fazer. A organização deste dia foi muito, mas muito MESMO, um trabalho de casal.
Curiosamente, o primeiro passo foi meu. Ao bater uma pesquisa de onde comprar roupas em Paris, caí neste link. A Kilo Shop é exatamente o que diz o nome: uma loja de roupas por quilo. Trata-se de uma rede de brechós, com mais de 20 unidades pela Europa, 8 das quais em Paris. E brechó vai ter o que tiver. Significa garimpar. O modelo de negócio é genial:
Luciana incendiou a imaginação ao ver o site. E uso seu dedo de ouro para escolher coisas (inclusive marido) e optou uma uma das unidades, apenas porque o endereço tinha dois números colados. "A loja tem duas portas, deve ser maior". Não apenas era maior, mas o entorno foi cirúrgico: simplesmente era a rua dos brechós.
Não vou dar todos os detalhes das compras, mas ali pelas 14h30 eu simplesmente fiz um bate-e-volta no hotel. Foram 90min gastos para parar de carregar sacolas e esvaziar a mochila...
Les Halles
Uma caminhada interessante pelo centrão nos levou ao Les Halles. É preciso dizer que não sei explicar direito do que se trata, mesmo depois de ir. Por um lado, é a coisa mais parecida com nossos shopping centers por lá. Há variedade de lojas, praça de alimentação e conexão fácil com transporte público. Por outro lado, pode-se encontrar outros "Les Halles". Então fica um pouco como nome próprio, um pouco como substantivo comum. Talvez seja uma metonímia do tipo marca pelo produto. Sim, vocês leram essa...
Por lá, finalizamos as compras e jantamos num tal "Twilsons". Segue link. Foram uns bowls interessantes, com bebida e sobremesa inclusos. Gostamos pacas.
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