Voltamos, então, a Versailles.
A rota é a mesma, o trem segue grande rápido e impressionante da mesma forma que uma semana antes. Infelizmente, a chuva também veio. E como a meta era visitar os intermináveis jardins, isso certamente iria atrapalhar.
Respiramos fundo, pegamos um mapa e fomos. A primeira dúvida aqui ao narrar é sobre a área deles. Há uma estimativa de que sejam entre 800 e 815 hectares. Como continuo não importando sobre essas unidades de medida bizarras, converti para metros quadrados: entre 8.000.000 e 8.150.000 metros quadrados.
Meu apartamento tem 104...
Mas tá pago quitado, okei!?
Mesmo em um período frio como maio não deveria ser, estava plenamente cuidado e pronto para receber os milhares de visitantes diários que por lá. Cada passagem, trilha, árvore, arbusto, gramado, estátua e fonte estavam absolutamente lindos.
O almoço foi um pic-nic na entrada do Grand Trianon, com lanches frios e bolachas comprados na véspera. Sim: é preciso levar essas coisas. Não tem praça de alimentação no meio do mato. Altamente recomendado.
Ainda tínhamos ingresso que incluía a visita aos Trianons (Grand e Petit, claro). Resumidamente, são palácios menores construídos respectivamente por Luis XIV (Grande, para ele mesmo) e Luís XV (pequeno, para a Madame de Pompadour) para momentos em que Versailles em si parecesse aborrecido. As visitas se mostraram apressadas, na verdade, e mereceriam, cada um, horas de contemplação mais cuidadosa.
Uma ideia que chegou tarde demais era alugar um carrinho de golfe. Elétrico, ergo silencioso, economiza algum tempo e muita energia do visitante. Fica a consideração para uma próxima oportunidade.
Ficou como um must-go realmente imponente. Vale muito a pena, apesar do preço salgado do ingresso.
Ainda na cidade de Versailles, encontramos um restaurante simples e divertido, onde jantamos com toda calma antes de voltarmos.
Nenhum comentário:
Postar um comentário