sábado, 23 de janeiro de 2016

30 Dias de Ódio: Um Jogo de Tabuleiro que Você Odeia

Quis o destino (e o calendário) que o post sobre tabuleiro caísse em um sábado...
Novamente, são 2.
O segundo colocado é o Dixit.


Não tem lógica interna, não tem estratégia, não tem nada que faz de um jogo algo interessante. Você tem que adivinhar o que as pessoas talvez, eventualmente por estar imaginando no momento em que tiveram que escolha 1 de 5 cartas aleatórias que por acaso estavam em suas mãos no momento preciso de se jogar.
Blergh.
Ainda assim, ele fica em segundo lugar porque ainda tem qualidades: é muito bem produzido (embora algum retardado não saiba nomear as expansões tendo dado uma enorme dor de cabeça para um grande amigo), é bonito, é chamativo, foi muito bem distribuído (chegando a aparecer em prateleiras de supermercado nos USA), e tem sido usado como porta de entrada para pessoas que não jogam tabuleiro conhecer este mundo sensacional.

Mas o campeão da ruindade só podia ser ele: Carcassone:


O jogo consiste de sortear um tile (peça) e colocar na mesa encaixando-o de acordo com regras, tentando fazer pontos com isso. Na prática, você passa o jogo inteiro vendo como diabos evitar que seus adversários façam pontos na sua jogada.
Digo que é o processo mais dolorido e demorado de se tirar um par ou ímpar.

Odeio !!!

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Juros Simples

Já estudei matemática financeira diversas vezes. Acho um tema interessante e real ao mesmo tempo. Pudera: na divisão de mundo entre credores e devedores, você sempre se acha em algum dos lados da fronteira, quando não em ambos. 
A primeira coisa que se aprende em qualquer curso dessa natureza é o tal juros simples, tema deste artigo. São aqueles juros básicos, calculado apenas com contas de multiplicação. Mais ou menos assim:

juros = taxa de juros x número de períodos

Qualquer curso de matemática financeira que dure 1 semestre perderá um máximo de uma semana falando em juros simples, apenas para mostrar que eles existem e como juízes podem ser burros agudos. Juros simples não têm qualquer aplicação econômica no mundo real, e todos os professores são categóricos ao afirmar isso. Os juros compostos é que representam significado econômico real do tal custo de oportunidade.
Então..
Recentemente fiz parceria com um grande amigo para investirmos em um mercado estrangeiro de altíssimo risco e volatilidade. Claro que eu não entrei com toda minha fortuna no caso, mas foram algumas centenas de dólares. Ele está operando meu dinheiro e me prometeu uma remuneração percentual fixa. Eu e ele apostamos que ele ganha mais do que o prometido para mim, e isso é bom: incentiva ele a continuar enquanto eu ganho muito (mas muito mesmo) mais do que qualquer aplicação financeira em terra brasilis.
Quando fechamos o acordo, ele destacou um limite importante. Disse ele que nos valores que ele estava operando antes de eu entrar, ele era capaz de comprar e vender ao vivo em questão de segundos, pois o valor não é grande o suficiente para afetar o mercado. Mas ao dobrarmos o cacife e com os ganhos previstos, seria possível atingir cifras de 5 dígitos em dólar em relativamente pouco tempo. E em algum ponto, ele poderia se tornar whale (baleia), gíria que descreve um investidor grande o suficiente para que uma operação sua afete de fato o mercado. Pedi apenas para que ele ficasse atento a isso e me informasse tão logo quanto possível, para imediatamente revermos os termos do acordo. 
Depois da conversa fiquei pensando. Imaginemos que o limite prático seja 10.000 obamas, com juros de 5% por período. Abaixo disso, pode-se reinvestir os ganhos sem problemas, mas quando atingimos esse valor, não podemos mais acumular. Daí, os 10.000 passam a ser o máximo a ser operado por vez e qualquer ganho obtido não precisa mais ser reaplicado. Ou melhor, não tem como ser aplicado. É melhor retirar o lucro, mantendo apenas o principal disponível para novas aplicações. Em um período, Os 10.000 obamas viram 10.500, retira-se 500 e os 10.000 ficam disponíveis para nova rodada. Mantidos os juros, passa-se a ganhar 500 fixo por período.
Ora pois, não é isso o tal do juros simples?
Sim, é. Incrivelmente contra-intuitivo, os juros simples ressurgem qual se é grande demais em um mercado, ou pelo menos grande o suficiente. Fiquei pasmo com a descoberta: juros compostos é coisa de pobre.

30 Dias de Ódio: Um Modismo que Você Odeia

São muitos aqui também. Alguns na verdade são apenas maus hábitos antigos que ganharam nova roupagem e mudaram de nome (ou ganharam um). Eram odiosos no passado e só pioraram com mais gente fazendo. Mas decidi, no final, falar de um só.

O s t e n t a r

E ainda por cima é uma palavra feia pacas.
Começa que eu odeio consumismo. Acho que muitos problemas do mundo são causados por ele. Se as pessoas comprassem aquilo que realmente vão usar, mesmo que em exagero, o excedente disso iria para quem precisa de algum modo.
Ostentar, então, é o passo seguinte. Não basta gastar dinheiro a toa para comprar uma coisa inútil e e absurdamente cara: é preciso mostrar para todo mundo que você fez isso. 


Notem que a imagem apenas comprova que não é novidade.

Entre outros modismos, apenas para citá-los, estão:
- falar mal da polícia
- desperdiçar qualquer recurso
- disseminar boatos em redes sociais

Odeio !!!


quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

30 Dias de Ódio: Uma Peça de Roupa que Você Odeia

Todas que se referem a roupa social, sem exceção. Destaque para a camisa, sobre a qual falei aqui há mais de 3 anos. Não melhorou nada desde então. Olhem isso, e perguntem em qual continente ficou o conforto.



Mas não nos esqueçamos do sapato, do terno, da sufocante gravata (cuja única finalidade é ensinar homens a trabalhar em apneia de 8 horas). 

Odeio !!!

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

30 Dias de Ódio: Um Lugar Para Onde Você Odeia Ir

Ao ler este vigésimo item, fiquei em dúvida, amigo leitor: estamos falando de um lugar no sentido físico (local, endereço...) ou no sentido de atividade (o que tem lá). E odeio ficar em dúvida.
Por si só, não consigo ter raiva de um local. Ele é neutro, impessoal: não tem culpa pelo que foi feito nele ou mesmo por existir. Então opto pela outra opção, para poder ter ódio de algo. E aí sim faz sentido.
  • Fila
Poucas coisas são mais odiosas do que ficar esperando para fazer algo que você precisa. Não estou falando de esperar 3 minutos na fila do fast food, estou falando de 45 minutos no banco ou 1h30 no cartório. 
O ódio é por dois motivos. Primeiramente porque você está ali perdendo tempo, não fazendo nada de realmente útil. Admito que o advento dos smartphones minimizou bastante isso, pois antes apenas uma fila previsível era possível de se contornar levando um livro. Ou dois. Segundamente (continuo achando que esta palavra deveria existir), essas filas existem por incompetência de que atende ou de quem contrata, por ter colocado pouca gente. 
  • Balada

Um monte de gente frívola, ouvindo música alta e ruim, em um espaço apertado e provavelmente quente para dançar, outra coisa que odeio fazer. A balada é um aglomerado de coisas detestáveis, e consegui finalmente me libertar dela em 2014: agora não vou mais mesmo. Nunca mais. 
  • Congestionamento
Em essência, é uma fila de carros, não ? Só existe porque ninguém se dá ao trabalho de resolver os gargalos de mobilidade urbana. Ou seja, tem origem na burrice humana. 
  • Calor
Na realidade, qualquer lugar quente é odioso, odiável e odiado por princípio. O frio pode ser combatido com mais agasalhos, o calor não. É possível lidar com lugares quentes, dentro de limites, em alguns cenários como praia, piscina ou ar condicionado de qualidade, sendo este último bem raro e, por assim dizer, não tem em Taboão da Serra. 

Acho que fico por aqui. Isso já está me dando asco.
Odeio !!!

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

O Hater, o Livre Mercado e os 5Ps

Comecei a pensar neste texto há uns dias, e o assunto foi reforçado hoje. Improviso com caso novo similar. Como pude traçar a informação original que estou usando aqui, então é perfeitamente possível que a imagem abaixo seja apenas uma piada/trollagem. Mas tratarei como sério.


Em tempo, se o leitor não conhece o assunto, o jogo Imperial pode ser comprado na Amazon por 170 obamas. O jogo é bom, mas não é 170 obamas bom. Nem 1240 dilmas bom.
De todo modo, o assunto original, como na foto, é de uma pessoa vendendo um jogo de tabuleiro por um preço elevado. Bem elevado. E fiquei sabendo de modo parecido com este caso do Tharvoz, que não conheço sequer virtualmente: o anúncio bateu na minha timeline no Facebook, apenas porque estou em alguns grupos de jogos de tabuleiro por lá.
Naquele caso, porém, não era o anunciante que fez aparecer, mas um hater. A pessoa em questão estava revoltada com o preço do jogo. No caso acima, com uma cotação de 4 dilmas por obama, dá quase 100% de sobrepreço, mas lá era ainda mais que isso. O hater estava ofendido, bravo, chateado com o valor cobrado pelo anunciante. Até onde me lembro, era pessoa física vendendo o jogo, tanto quanto parece ser o caso no meu exemplo.
Mas daí eu me perguntei: por que ele está tão bravo? Vivemos em uma economia livre, oras. Ele (o hater) não é obrigado a comprar o jogo, tampouco comprar por aquele preço. O vendedor está ganhando dinheiro na venda? Muito provavelmente, mas não sabemos aqui que outros custos podem estar envolvidos nisso (frete, impostos etc). Mas na realidade, isso muito pouco (ou nada) importa. O cidadão tem o jogo e vende pelo preço que achar que deve ou pode. Compra quem quer. Fim. Logo, a atitude de odiar o preço de venda do jogo, ou de qualquer outra coisa, não faz o menor sentido.O menor sentido.

E os 5 Ps ?
Os 5 Ps são uma das várias modelagens que vemos em Administração de Empresas e suas sopas de letrinhas. Esta é uma das que faz sentido, admito. Vem da área de marketing e diz que a capacidade de um produto ou serviço atingir boas vendas depende dos 5 Ps: Produto, Preço, Prazo, Praça e Promoção. Há variantes, até com mais Ps ainda, mas fico com a minha preferida. Para que um produto tenha boas vendas, ele precisa estar bem estruturado em todos os Ps, de modo que falha em um deve ser compensada em outro(s). Produto é o produto ou serviço em si, suas características e capacidades: deve ser bom. Preço também fala por si. O prazo é o quão rápido o cliente consegue usar o produto depois de comprar. Praça é a disponibilidade do produto no local onde está o cliente. Promoção é a capacidade do vendedor de se fazer notar, de aparecer, de lembrar o cliente que o produto existe. Ok, eu resumi bastante, mas serve para os fins deste debate. 
Então vamos ao caso do jogo anunciado. Façamos de conta que é o caso descrito acima, pois é um debate teórico apenas. O produto é o que é: o cliente pode ou não gostar, pode ou não querer, e nada vai ser mudado muito seriamente nisso. A praça é boa: o cliente recebe o produto no conforto de sua casa, tanto quanto na compra anunciada quanto via Amazon. O prazo é muito bom, e aqui o anúncio bate os gringos: estamos falando apenas de correio brasileiro, fase pela qual a Amazon não teria como escapar, mas por já estar no Brasil, o produto não passa pela temível inspeção alfandegária em Curitiba. O preço, evidentemente, é pavoroso. O Tharvoz que me perdoe, mas o dobro, parceiro? Caro demais, muito mesmo. O que nos leva à promoção, que é o anúncio feito em um site especializado. Mas daí venho eu (e naquele caso o hater) e resolvo comentar isso no Facebook. 
Ora pois.
Lembro que muita gente achou o preço daquele caso completamente descabido. Chamaram o vendedor por nomes que me recuso a repetir aqui. O assunto cresceu, ganhou visibilidade. Talvez o rapaz tenha feito inimigos. Não lembro dele estar pessoalmente se defendendo ali, mas isso não é necessário para ganhar um grupo de haters. Porém, pode ter acontecido de alguma pessoa vez esse debate e pensar "Ah, que se lasquem todos. Estou maluco para comprar esse jogo e vou pagar esse preço mesmo". E daí pode ter saído a venda, não sei. Então pasme amigo leitor, ao notar que quando se vêm a público denunciar um preço elevado, tudo que se consegue é aumentar a exposição do anúncio, dando mais chance para que alguém que discorda da tua opinião veja o anúncio e acabe comprando: melhora a promoção.
Entendeu, hater burro dos infernos? Só falar mal do preço é, na verdade, fazer um favor ao vendedor. Se o Tharvoz, seja quem for, ler este artigo até o final, espero que entenda que não estou criticando-o, apenas usando como exemplo. E expondo o anúncio como externalidade positiva para ele.

30 Dias de Ódio: Um Livro que Você Odeia

São dois, pelo mesmo motivo: A Bíblia e o Alcorão.
Juntos, estes dois livros causaram, causam e causarão uma quantidade de mortes praticamente incalculável. Centenas de milhões, podemos dizer. 


Nunca li nada do Alcorão, mas sei que a treta começa no nome. Alguns acham a adaptação lusófona inaceitável e procuram usar algo mais próximo do original, algo como Quram. Claro que brigam, e muito, por isso. Tontos.
A Bíblia, por outro lado, eu li um tanto. Fiz escola católica por 6 anos até conseguir fugir dela para algo mais sério. É um texto horrivelmente mal escrito, com tradução ainda pior e repleta de erros. Alguém estava catalogando os erros internos dela e a lista passava dos 10mil. É um espetáculo: deve dar 10 erros por página. Ainda assim, o problema principal foi o que citei acima.
De tão presunçosos e autocráticos, este dois avatares da maldade humana são a justificativa para uma quantidade de atrocidades que faria Hitler e Stalin parecerem revendedoras da Avon. E a coisa é tão feia que ainda hoje são usados, ambos, para doutrinar as mentes de crianças em idade na qual elas não conseguem discernir fantasia de ficção e acabam acreditando nas balelas ali escritas. Perde-se um humano inteiro a cada vez que isso acontece.
Odeio !!!

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

30 Dias de Ódio: Uma Personagem de Série ou Novela que Você Odeia

E chego a mais uma conclusão surpreendente neste post. Mas comecemos pelo começo.
Para começo de conversa, odeio novelas. Todas. Tudo que as envolve e tudo que elas representam. Novelas são um formato inteligente de se contar as mesmas histórias o tempo todo, 3x ou 4x por dia com roupagens diferentes. Usam uma linguagem completamente desconectada do mundo real, pregam valores falsos (do tipo "só é possível ser feliz ao se casar"), enrolam meses para contar uma história de uma semana (que já foi contada na novela anterior) e simplesmente não prendem a atenção de ninguém com QI maior que 80. 
Isto posto, não as vejo. Não as vendo, como posso odiar algum personagem específico? (O amigo leitor começa a vislumbrar a conclusão.)
Nas séries, naturalmente, temos algo similar. Não vejo as séries cômicas tradicionais. Friends me dá asco até hoje, por exemplo. Aquele monte de gente feliz, que aparentemente não precisa trabalhar para viver não me convence em nada. Não significa que eu não tenha visto e apreciado algumas: The Big Bang Theory, The Office, Seinfield, Married Whith Children... Todas ótimas. Lembro de minha irmã odiando o George Constanza, mas isso nunca me aconteceu.
Gosto de séries com muito conteúdo mental e mistérios a acompanhar, de preferência científicos. Ou seja, Sci-Fi de qualidade. Daí ter gostado de Lost (apesar do final tenebroso), Battlestar Galactica, Babylon 5, Star Trek (todas as versões), Prison Break, Firefly e mais recentemente Sens8, House of Cards e até mesmo o antigo Arquivo X. Esqueci um monte de coisas boas aqui. Um monte. E nem voltarei para corrigir.
Mesmo estas séries possuem seus antagonistas. Por vezes, inimigos. E você (como eu) torceu para eles morrerem. Malditos Canceroso, Cylons, Xindis e Klingons, Shadows, Bexter e Londo Molari, Whisperers, Widmore, Bellick... Ainda assim, eles precisam estar lá ou não tem história. Você quer eles mortos, mas não os odeia pois sabe que precisa deles.
Não é doida essa relação de ódio e dependência, um caso de quase Maria da Penha mental entre você e suas séries preferidas? Mesmo o mais odioso, maléfico e cruel inimigo tem seu charme ao entrar em cena.
Então, para se odiar mesmo algum personagem, ele precisaria ser absolutamente secundário tanto para os heróis quanto para os vilões (quando pertinente). Além disso, o personagem precisa aparecer com frequência suficiente para eu saber que ele existe. Precisa ser irritante, o que é um conceito um tanto vago. De modo simplório, seria ser algo completamente desconectado do clima da série. E precisa de fato tomar tempo de conteúdo interessante da série, e não simplesmente atrapalhar a vida dos personagens.


Tirando o exemplo óbvio do Jar-Jar Binks de Star Wars, não consegui lembrar de alguém que se encaixe nessa definição. Mas mesmo ele é personagem de filmes, não de séries ou novelas como propõe o projeto. Desta forma, no formato em que a questão foi formulada, não odeio nenhum personagem.
Esse projeto está revelando menos ódios do que eu mesmo esperava.

domingo, 17 de janeiro de 2016

30 Dias de Ódeio: Um Sabor de Sorvete que Você Odeia

Odiar mesmo, tipo ódio, como em post anteriores, acho que nenhum.


Ok, admito que que eu não experimentaria essas bizarrices acima. Mas justo por isso, não tenho como odiar. Também, claro, tenho minhas preferências: tomo 10 taças de sorvete de chocolate antes da primeira de passas ao rum. Creio que o amigo leitor tenha as preferências dele de modo similar. 
Mas isso não me impede de ocasionalmente tomar um sabor menos preferido.

sábado, 16 de janeiro de 2016

30 Dias de Ódio: Uma Banda que você Odeia

Meu maior problema, amigo leitor, é com estilos musicais. Tirando quase todas as vertentes de rock (clássico, pop, hard, metal, progressivo) e subvertentes, ouço muita trilha sonora de filmes, new age e alguma coisa de música erudita. Detesto todo o resto, com mínima tolerância a música eletrônica.
Daí ficar listando cada trio, quarteto ou quinteto que grava barulho e vende como música demoraria para sempre. Acho que eles são capazes de lançar banda ruins com velocidade maior do que sou capaz de escrever.
Vamos restringir então ao rock. Afinal, nem mesmo o rock está isento de abrigar nojeiras. Surge então uma dificuldade prática: conheço bem pouco de música e citar nomes do que eu não gosto fica difícil: grosso modo eu simplesmente não sei quem são os caras ruins do rock porque não os ouço o suficiente para saber quem são.
Com duas notáveis exceção (que não são Los Hermanos): 
J. Quest. Considero J. Quest uma banda medíocre, sem qualquer criatividade ou capacidade musical efetiva, mas que tem uns caras balançando instrumentos para meu terror.
Charlie Brown Jr. Quis o destino que a outra banda também puxasse o nome de algum desenho muito superior a ela mesma. Desta, pelo menos, estou livre. Não que eu desejasse a morte de seu líder, mas já que aconteceu vejamos o lado bom. Esses caras praticamente só gravaram músicas sobre um cara pobre e malandro pegando uma menina rica e bonita. São justamente as poucas músicas que saem desse apertado quadrado que prestam minimamente.
Ambos podiam ter ficados calados a vida toda.
Odeio !!!