quinta-feira, 1 de março de 2018

Promessas de Ano Novo (2018)

Porra, mano ? Em março ?!
Pois é... antes tarde do que ainda mais tarde. Quando da virada do ano, eu ainda estava relatando minha viagem para Flórida e logo em seguida viria a rabeira das férias. Optei por adiar, para fazer direito.
Seguem as promessas de 2018:

- Prometo treinar Kung Fu
- Prometo novamente ver todas as corridas de NascarF1
- Prometo, novamente, jantar fora em um lugar legal pelo menos uma vez ao mês e pelo menos 15 vezes no ano
- Prometo manter minhas séries em dia, já que antiguidades estão pulando na frente.
- Prometo não virar vegetariano/vegano
- Prometo não votar no PT
- Prometo continuar ateu
- Prometo não comprar um carro
- Prometo não comprar um iphone
- Prometo manter limpas as contas do gmail e hotmail
- Pormeto manter as vacinas dos dogs, bem como os banhos e passeios (6x por semana) em dia.
- Prometo jogar PS3
- Prometo acompanhar de perto a Copa do Mundo
- Prometo (acho que é 3a ou 4a vez) terminar meu curso de sushi.
- Prometo ler mais
- Prometo mergulhar
- Prometo manter a linha de no máximo 1 treta por semana no Facebook
- Prometo, como quase sempre, emagrecer (valor inicial: 88kg)



quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Olhares

Já peguei o hábito de caminhar pelo Centro de São Paulo após o almoço. E com duas curvas diferentes, encontrei-me nas Arcadas do Largo São Francisco.
Dia de matrícula. Não sei se primeiro dia, mas tinha pouca gente. Noto 2 calouros, um rapaz e uma moça. Igualmente magros, um corpo castigado por ficar horas na sala de aula e na mesa de estudos. Olhares perdidos em rostos magros e pintados. Vencedores, não duvidem disso.
O vestibular parece ser o último rito de passagem para a vida adulta que restou em nossa cultura. Ser "de maior", beber pela primeira vez, tirar CNH... todas essas coisas estão diluídas e algumas delas sequer acontecem tamanhas são as mudanças de perfil da sociedade. Também é um rito pouco inclusivo, mas isso é outra discussão.
Eles não sabem, mas sentem que estão iniciando uma fase decisiva em suas vidas. Não poderiam estar mais certos. Serão 5 (6, 7...) anos em que formarão as bases de suas carreiras profissionais e amizades sólidas. Já provaram ser competentes em estudar, está em suas mãos criar uma base consistente.
Em comum, os dois pareciam sem ideia do que fariam a seguir. Almoçar, comprar um livro, voltar para casa ou correr gritando até a praça da Sé. Devem ter 17 ou 18 anos, mas daqui dos meus 43 a dúvida parece legítima. Neste momento, são maiores que o mundo, cada um deles.
Caso algum vestibulando leia isso, digo: sim, você está em uma fase decisiva da vida. Estude, aprenda e aprenda que estudar e aprender são coisas distintas. Faça amigos e inimigos. Ria, chore e chore de rir. E durma o mínimo possível nos próximos anos porque são sim os melhores das suas vidas.
Mó saudade.

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Promessas de Ano Novo (Análise 2017)

Precisei adiar por um mês, devido ao relato de viagem. Mas não esqueci não !
Segue auto-avaliação:

- Prometo ver a temporada completa de Nascar e da Fórmula 1, nessa ordem de importância.

Feito. No caso da Nascar, com louvor, vendo a final in loco.

- Prometo mergulhar.

Feito. Uma semana, 15 tanques em Angra dos Reis.

- Prometo não comprar um carro.

Feito. Fácil.

- Prometo passear com os cães pelo menos duas vezes por semana, na média.

Feito, com tendência de aumento para 4.

- Prometo assistir a Star Trek: The Original Series completo, no Netflix.

Feito, com sobras. Estou no final da Next Generation já.

- Prometo ir no Anima Mundi.

Pois é... Não fui. Acabei ficando sem vontade na hora.

- Prometo viajar ao exterior (estudos indicam, finalmente, Egito).

Viajei sim, USA. Mas nada de Egito.

- Prometo aprender a usar a máquina de lavar louça.

Em termos. A operação básica está aprendida sim, mas falta algumas coisas ainda.

- Prometo manter arrumada a mesa do escritório de casa.

Acabou ficando só no final do ano mesmo, mas fiz.

- Prometo passar de faixa, para o 5o twan.

Fiz.

- Prometo terminar o curso de sushi.

Lamentável esta. Fiquei devendo sim.

- Prometo limpar minhas contas do hotmail e do gmail.

Em termos. Melhorou, mas ainda estou a caminho.

- Prometo guardar alguma grana.

Falhei, mas tive que trocar notebook e a viagem foi custosa.

- Prometo não comprar um iphone.

Feito.

- Prometo montar 2 puzzles.

Feito.

- Prometo continuar ateu.

Feito.

- Prometo criar, no máximo, uma treta por semana nas redes sociais.

Feito, acho.

- Prometo terminar um livro de Sociologia prometido para o Zander.

Nah. Avancei, mas nada de tão incrível.

- Prometo reduzir o consumo de refrigerante.

A rigor, eu fiz. Mas ainda está alto.

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

USA 6 - Dia 19: Dali Museum

Pouca gente sabe, mas a maior (em quantidade) coleção de obras de Salvador Dali fica nos USA, não Espanha. E fica na Flórida. Não era Orlando, mas Saint Petersburg. Ali perto.
Cheguei com tranquilidade, antes mesmo do museu abrir às 10h. Logo na porta de entrada, senti-me desconfortável, pois eu claramente estava atrapalhando a idade média dos visitantes. Ou das visitantes, pois era uma turba interminável de velhinhas. Por outro lado, as velhinhas ficam no extremo oposto do pior subgrupo possível: os moleques adolescentes barulhentos. Expectativa boa.
E atendida.
Bem.. Salvador Dali foi um surrealista. Significa que as obras deles, descrevendo com minhas palavras, são uma maluquice. Uma maluquice gostosa de ver, com paisagens e/ou objetos impossíveis, composição de elementos dando origem a algo completamente diferente, planos variados de observação (de perto é uma coisa, mas de longe é outra)...
Não obstante, o museu contava, para desespero de Luciana que não estava lá, com uma exposição temporária de uma estilista chamada Schiaparelli. Um enorme barato esse passeio, altamente recomendado a todos. 
Fotos ? Sim, tirei. Mas nada se compara ao original. Ilustro este post com versões baixadas:

foto: "The Disintegration of the Persistence of Memory", Dali Museum, St. Petersburg, Florida, USA
créditos: Diretoria de Áudio-Visual Asimovia - Divisão Baía do México

foto: "The Hallucinogenic Toreador", Dali Museum, St. Petersburg, Florida, USA
créditos: Diretoria de Áudio-Visual Asimovia - Divisão Baía do México

Depois disso, usei meu terceiro dia de ingresso na Universal. Não tinha muito mais de novo, mas foquei em ficar na área de Harry Potter, a melhor parte dos parques. Gosto muito da foto abaixo, representando o final da viagem se aproximando:

foto: Dragão, Universal Rersorts, Orlando, Florida, USA
créditos: Diretoria de Áudio-Visual Asimovia - Divisão Orlando

Depois disso, era empacotar tudo e voltar para casa.

terça-feira, 23 de janeiro de 2018

USA 6 - Dia 18: Universal 2

A segunda ida ao mesmo parque costuma ter um ar diferente da primeira, um sentido de completude. Claro que não há como ver o parque inteiro (ou parques neste caso) em um só dia, então o segundo dia é para cobrir as falhas e erros do primeiro. Não tem como, portanto, ser tão legal quanto aquele. Mas também não tem como ser ruim, na medida em que você faz a gestão da decepção.
Acrescente-se que eu estava cansado pacas, ok ?
Bem... cansado mas não estúpido. Porque 20 trumps no estacionamento é de lascar. Então o Rodrigo, já de carro arrumado, me levou e ofereceu de buscar. Eu até tentei usar o Uber, que ida e volta sairia mais barato que o estacionamento, mas por algum motivo meus cartões não foram aceitos (problema que perdurou por quase 1 mês depois do retorno). 
Lá, optei por entrar pelo Island of Adventures, apenas para ser diferente. Sinceramente, é uma entrada muito mais bonita mesmo. As fotos não ajudaram muito a lembrar a ordem do que eu fiz, mas vamos como der.
Resolvi o enigma da Hulk, não sem me desentender com um péssimo funcionário chamado José. O cara era incapaz de responder se a fila de single riders estava funcionando e insistia em repetir que eu não podia entrar de mochila. A conversa seguiu em loop (3 ou 4 vezes) até o colega dele dar a resposta que eu precisava e queira: "sim". Achei um grupo de armários onde uma mochila podia ser armazenada bem no final do parque (realmente, a troca de armários nesse setor foi bem estúpida) e consegui três rotações sem problemas. Ela foi reformada com algumas novidades desde 2015, mas não vi grandes melhoras. 
Tornei a abusar da área do Harry Potter, com várias passagens seguidas na Forbidden Journey e apenas uma na Escape from Gringotts. Almocei por ali, um combinado de tortas com cara medieval (mesmo restaurante que fui em 2015, outro prato). Atropelei preconceitos e fui no King Kong (superando expectativas) algumas fotos nas lojinhas:

foto: minis de dragão, Universal Resortes, Orlando, Florida, USA
créditos: Diretoria de Áudio-Visual Asimovia - Divisão Orlando

Outro ponto foi matar uma pendência ainda de 2011: Poseidon. Amigos me disseram meses depois de eu ir que eu deveria ter ido, pois ia gostar do show de águas. Aquilo ainda estava na minha cabeça e aproveitei a chance. A fila demorou mais que o esperado, o show é um tanto infantil (isso eu já sabia) e... acabei me lembrando de ter ido sim, em 2015. Posso dizer, portanto, que não é marcante.
Encerrei o dia no Animal Actors (show com animais), para descansar o corpo e aliviar a mente. Tipo isso:

vídeo: Animal Actors, Universal Resortes, Orlando, Florida, USA
créditos: Diretoria de Áudio-Visual Asimovia - Divisão Orlando






segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

USA 6 - Dia 17: Treinamento

Mas não acaba isso ?
É, pois é: eu tinha errado as contas dias antes. Felizmente, devo acrescentar, pois ainda havia munição na caixa.
A novidade foi, pela primeira vez, fazer curso em outra língua. Meu colega de treino foi um rapaz chamado Tyler, um texano simpaticíssimo. Até brinquei com ele, dizendo que devia ser o único texano que nunca tinha atirado. Ele respondeu que estava ali para remediar isso.
O exercício mais importante do dia era a recarga tática: trocar de carregador antes de ficar sem munição. E como foi importante: errei diversas vezes o momento da recarga. Só mais tarde, quase na hora de dormir, fui compreender onde estava errando. 

foto: Alvo #1 de treinos, Leesburg, Florida, USA
créditos: Diretoria de Áudio-Visual Asimovia - Divisão Orlando

Viajar também é comer: jantamos uma pizza típica americana, que fui buscar pessoalmente. Não ajudou em nada a matar a saudade de casa.

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

USA 6 - Dia 16: Barret

Acabei mudando os planos de última hora. Tudo fica claro no final. Por que não, né ? É férias! De volta ao campo.
Neste dia, fui praticar mais combate próximo com pistola. O vídeo explica:

foto: Combate com pistola Glock 17 9mm, Leesburg, Florida, USA
créditos: Diretoria de Áudio-Visual Asimovia - Divisão Orlando


Havia ainda a chance de atirar com uma Barret .50 Sniper. É essa coisa fofa:

foto: Barret .50 Sniper, Leesburg, Florida, USA
créditos: Diretoria de Áudio-Visual Asimovia - Divisão Orlando


Vejam no que deu:

video: Disparo com Barret .50 Sniper, Leesburg, Florida, USA
créditos: Diretoria de Áudio-Visual Asimovia - Divisão Orlando

Percebem porque eu tinha que ir nesse dia ?
Isso posto, fizemos um churrasco. Não um típico churrasco americano, que teria hambúrgueres, mas carne mesmo. E tinha mandioca, que pela primeira vez na minha vida pareceu saboroso. Alguns colegas de estande estavam por lá, e nos divertimos aos montes. 



































quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

USA 6 - Dia 15: Universal

Não, não estou falando disso:

foto: Igreja Universal, Orlando, Florida, USA
créditos: Diretoria de Áudio-Visual Asimovia - Divisão Orlando

Estou falando disso:

foto: Universal Resorts, Orlando, Florida, USA
créditos: Diretoria de Áudio-Visual Asimovia - Divisão Orlando


E disso:

foto: Universal Resorts, Orlando, Florida, USA
créditos: Diretoria de Áudio-Visual Asimovia - Divisão Orlando

Universal é, pra mim, o melhor parque de Orlando. Sei que muita gente concorda. Apenas esclarecendo, quando me refiro ao Universal Orlando Resorts estou incluindo o Islands of Adventures na conta, sempre, por 7 razões. Primeiro, por ser da mesma empresa. Segundo, por ficar ao lado. Terceiro, por haver ingressos que te permitem entrar em ambos os parques no mesmo dia. Quarto, por haver uma atração específica sobre trocar de parques. Quinto, por ser mais barato um ingresso de 2 dias para ambos os parques do que 2 ingressos de 1 dia, usando um em cada parque. Sexto, porque eu quero que a lista tenha 7 motivos. Sétimo, e último, porque o blog é meu e eu escrevo nele como quero. Ou escrivinho nele.
Não tive qualquer dificuldades para chegar lá, como de costume. Esses parques tem acessos fáceis e estacionamentos inimagináveis para um brasileiro que nunca viajou. Comprei o ingressos, não sem o aborrecimento de uma família latina (não eram brasileiros!) um tanto desagradável na fila e entrei.
Já conhecia o parque, era praticamente um veterano de guerra voltando para o terceiro turno de serviço. Então segui direto pelos truques conhecidos (single rider line, fundo do parque antes, etc) e visitei minhas atrações do coração.
A saber: Rockit, Transformers, Mummy, MiB, Simpsons, Spiderman, Jimmy Fallon, Escape from Gringotts, Harry Potter and the Forbidden Journey, Howgrats Express (ambos os lados). Não nessa ordem, necessariamente. Mais de uma vez cada, necessariamente. Exceto Jimmy Fallon, a novidade da vez, e que acabei indo só uma porque nem era isso tudo.
connoisseur perguntará sobre a Hulk. Digo que tive problemas sérios: eles mudaram os armários próximos e tornou-se um saco ir na Hulk assim. Simplesmente não consegui ir. Esse foi o único aborrecimento do dia. 
Adoro aquele lugar. 
Adoro os rides radicais, respeito a tendência de rides com imagens em alta resolução e movimento de cadeira. Fico encantado com cada tijolo do World of Harry Potter. Assombro-me com opções e preços dos souveniers a venda. Quase tive uma síncope quando um senhor chinês pediu uma de cada das varinhas no Oliwanders (são 30 modelos, a 50 trumps cada). Adoro ir sozinho, pegando as filas para pessoas sem amigos (single rider) que acabam indo muito mais rápido que a fila comum. Adoro clima de sábado eterno que tem lá dentro. Adorei, especificamente dessa vez, encontrar a amiga Flávia por lá.
Adorei, como sempre.
Ah, sim ! Eu também estou falando disso:

foto: Universal Resorts, Orlando, Florida, USA
créditos: Diretoria de Áudio-Visual Asimovia - Divisão Orlando






segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

USA 6 - Dias 13 e 14: Concluindo os Treinos

Marcamos, então, 2 dias de treinos em seguida. Era a coisa mais inteligente a se fazer.
A verdade é ideia para exercícios não faltam. Pode-se repetir movimentos, repetir cover, troca de mão, combinar elementos... Não tem muito limite nas ideias não. De modo resumido, continuamos a praticar tiros com pistola em vários tipos de situações de combate próximo. Nesses dias, finalmente ganhei alguma prática com o CAR - central axis relocation, postura muito útil em espaços confinados.

foto: AR-15 em empunhadura c-clamp, Leesburg, Florida, USA
créditos: Diretoria de Áudio-Visual Asimovia - Divisão Orlando

video: exercício com pistola, Leesburg, Florida, USA
créditos: Diretoria de Áudio-Visual Asimovia - Divisão Orlando


Notável foi usar o calibre 22 (tanto rifle quanto pistola), e seu preço (menos de 10 trumps por caixa com 500 munições). Dá para passar um dia com uma caixa dessas, ficar entediado e ainda sobrar um restinho no fundo... Acho interessante praticar alguns fundamentos com um custo tão baixo.
Como causos paralelos, foi ter notado, em uma das compras, o PINPAD me dando instruções em português sobre inserir senha. Tirei até foto !

foto: PINPAD em português, Orlando, Florida, USA
créditos: Diretoria de Áudio-Visual Asimovia - Divisão Orlando

Peço perdão pelo relato curto, não tem muito como descrever item a item o que foi treinado. 




segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

USA 6 - Dia 12: Disney Hollywwood Studios

Há que se dizer que o parque está em obras. Há que se dizer que muita coisa legal estará pronta no final deste ano (2018), início do ano que vem. Há que se dizer que algumas atrações de cinema em geral estão desativadas, ficando praticamente um parque de Star Wars com as atrações mais antigas, enquanto as novas ainda não chegaram. Há que se dizer que continua ducaraio.

foto: walker no Disney Hollywood Studios, Orlando, Florida, USA
créditos: Diretoria de Áudio-Visual Asimovia - Divisão Orlando

foto: Hollywood Tower no Disney Hollywood Studios, Orlando, Florida, USA
créditos: Diretoria de Áudio-Visual Asimovia - Divisão Orlando

foto: Indiana Jones no Disney Hollywood Studios, Orlando, Florida, USA
créditos: Diretoria de Áudio-Visual Asimovia - Divisão Orlando

As fotos acima são meras imagens, não retratam o espírito, a diversão, a festa que é estar lá. Parque sempre organizado e funcional. Fomos em um dia vazio ainda por cima.
Em linhas gerais, as atrações mais legais foram Star Tours, onde se vê uma história de Star Wars com partes variáveis: cada vez que você vai, as partes podem mudar. Eu ainda dei azar, pois uma delas (a última) parecia travada e foi a mesma em todas as 4x que fui no brinquedo. Supondo um sorteio honesto, as chances disso acontecer são 1:256. Yes, I´m telling you the odds
Fui duas vezes na clássica Hollywood Tower, vi o show completo do Indiana Jones (que tinha perdido um pedacinho quando fui em 2011) e ainda andei na Aerosmith Rollercoaster, boa como sempre. 
Como o cansaço bateu cedo e ainda faltavam 3h para o show Fantasmic, acabamos por ir embora sem ele, o que foi uma pena. Mas foi uma decisão tomada com racionalidade.